Alternativas ao Magnet Forensics

Ferramentas da Magnet Forensics (como Magnet AXIOM) são excelentes para extração e análise forense profunda em laboratórios com equipe especializada. Porém, uma grande parte das demandas do dia a dia não precisa e nem consegue passar por toda essa infraestrutura. É aqui que entram as alternativas ao Magnet Forensics focadas em coleta técnica em celulares, capazes de documentar o que está na tela com hashes, metadados, relatório técnico de extração e cadeia de custódia.

Entre o print improvisado e a perícia completa existe um caminho profissional, rápido e padronizado para coletar provas de celulares.

A seguir, mostramos quando o Magnet continua imbatível, quando considerar alternativas (ou complementos) e como decidir com base em critérios objetivos de prova digital.

Onde o Magnet Forensics é insubstituível

Quando o caso exige recuperação em profundidade, decodificação de artefatos, correlação de múltiplas fontes e linhas do tempo detalhadas, a suíte de laboratório segue como melhor opção. Ambientes com alto volume, automação e políticas rígidas de guarda e auditoria se beneficiam do ecossistema Magnet e da expertise forense dedicada.

Nem todo caso precisa de perícia completa; mas nenhum caso merece print solto sem metadados e sem hash.

Quando considerar alternativas (ou complementos)

Há um universo de coletas de rotina em que basta demonstrar o que estava visível na tela do celular (mensagens, notificações, comprovantes, registros de apps). Nesses cenários, prazos curtos, acesso limitado ao laboratório e custo por incidente tornam as alternativas muito mais adequadas. Equipes jurídicas, de compliance, investigações corporativas, auditoria interna e até pessoas comuns precisam de um fluxo replicável, com documentação automática e cadeia de custódia mínima e não de uma infraestrutura de laboratório a cada ocorrência.

Três situações típicas

Improviso (evitar). É o terreno do “print solto”, fotos de tela com outro aparelho e imagens editadas antes de guardar. Parece rápido, mas cria provas frágeis: sem integridade verificável, sem metadados e com narrativa difícil de sustentar.

Coleta técnica intermediária (recomendada para rotina). Um fluxo guiado captura telas, imagens e vídeos diretamente do celular, gera hash para cada arquivo, preserva originais em um .zip e emite relatório técnico (PDF/HTML) com metadados e assinaturas digitais. Esse pacote nasce pronto para laudo, petição, dossiê interno ou apresentação em processo e ainda pode escalar para perícia profunda se o caso evoluir.

Laboratório (usar quando necessário). Quando há indícios de complexidade, alto impacto ou necessidade de artefatos não visíveis em tela, a coleta inicial bem documentada acelera e qualifica o trabalho do laboratório, reduzindo retrabalho e dúvidas sobre origem.

Tabela comparativa

AspectoLaboratório forense (ex.: Magnet)Coleta técnica em celulares (alternativas, como HashSign)
ObjetivoAnálise e extração em profundidadeDemonstrar com integridade o que está na tela
Tempo até evidência (TtE)Horas/dias, conforme filaMinutos
EquipePeritos/analistas forensesOperadores treinados (jurídico/compliance/investigação)
DocumentaçãoExtensa, voltada a laboratórioRelatório técnico (PDF/HTML) com hashes e metadados
Custo por incidenteElevado, justificável em casos complexosProporcional para rotina
Quando usarAlto impacto/artefatos internosIncidentes simples e prazos curtos; preservação inicial

Critérios objetivos para escolher alternativas ao Magnet

  • Integridade verificável: hash criptográfico por arquivo e revalidação futura.
  • Metadados claros: responsável, data/hora, identificação do dispositivo no escopo da ferramenta.
  • Preservação de originais: nada de substituir por versões editadas.
  • Relatório técnico de extração: lista de evidências, hashes, assinaturas digitais e narrativa do procedimento.
  • Cadeia de custódia: trilha de armazenamento, acesso e exportações.
  • Fluxo reprodutível: operadores diferentes, resultado padronizado.
  • Aderência conceitual: diretrizes da ABNT NBR ISO/IEC 27037 e princípios da RFC 3227.

Procedimento prático por perfil

Órgãos públicos que trabalham com provas digitais. Padronize um SOP de coleta em celulares para procedimentos administrativos e dossiês: defina quem pode coletar, onde os originais e o relatório técnico serão guardados e qual é o gatilho para escalar ao laboratório. O ganho é previsibilidade e redução de fila.

Escritórios de advocacia. Use coleta técnica para registrar conversas, notificações e comprovantes do celular do cliente com hashes e relatório. Isso melhora a admissibilidade e antecipa argumentos para audiências, sem depender de perícia completa em cada caso.

Empresas (jurídico, compliance, investigações corporativas, auditoria interna). Em investigações internas, registre rapidamente o que está na tela, preserve originais e gere relatório com cadeia de custódia mínima. Nos casos que crescerem, envie o pacote técnico ao parceiro de laboratório.

Pessoas comuns (com orientação jurídica). Para golpes, assédio, extorsão e cobranças abusivas via celular, a coleta técnica com hash e relatório reduz o risco de a prova ser descartada como “print frágil”. É simples, replicável e defensável.

Coleta boa não é só ferramenta; é procedimento claro e documentação automática que você consegue explicar depois.

Fluxo recomendado (passo a passo curto)

  1. Defina o alvo (telas/fluxos) e a intenção de prova.
  2. Capture diretamente do celular (telas, imagens e vídeos).
  3. Gere hashes por arquivo.
  4. Empacote os originais em um .zip.
  5. Emita o relatório técnico (PDF/HTML) com metadados, hashes e assinaturas.
  6. Armazene em local controlado e registre acessos/movimentações.

Erros que custam caro

Substituir o original por versão “mais legível” compromete a integridade. Calcular hash “depois” vira nunca e a prova perde âncora técnica. Cada um fazer do seu jeito explode a reprodutibilidade. E o clássico “print colado no Word” sem rastro técnico dá munição para impugnação. O antídoto é simples: originais preservados, hashes no momento da coleta, relatório técnico e SOP.

Onde a HashSign entra

A HashSign cobre o espaço intermediário: coleta técnica guiada em celulares quando o objetivo é documentar o que está na tela com prova de integridade e cadeia de custódia. O fluxo captura telas, imagens e vídeos diretamente do aparelho; registra metadados (quem, quando, identificação do dispositivo no contexto da ferramenta); gera hashes; entrega um .zip com os originais; e emite relatório técnico de extração em PDF e HTML com assinaturas digitais.

A HashSign não substitui um laboratório; ela evita filas e improvisos na rotina — e prepara o terreno para perícia profunda, se necessária.

Métricas que mostram se funcionou

Avalie o tempo até a evidência (da coleta ao relatório), a taxa de retrabalho (coletas refeitas), a conformidade do SOP (pacotes com hash/relatório corretos) e a redução da fila do laboratório. O essencial é verificar se as evidências resistem a questionamentos técnicos e jurídicos.

Decisão rápida

Se o que você precisa está na tela e o caso é rotina, use coleta técnica intermediária com hashes, originais e relatório. Se o caso é complexo ou demanda artefatos além da tela, encaminhe para laboratório. Em ambos, a coleta bem documentada antecipa metade das discussões sobre validade.

FAQ

Quais são as melhores alternativas ao Magnet Forensics para casos simples?
Soluções de coleta técnica em celulares que geram hash por arquivo, preservam originais e produzem relatório técnico (como a HashSign) resolvem a maioria das coletas de rotina.

Posso começar com alternativa e escalar para laboratório depois?
Sim. A coleta padronizada com relatório e hashes acelera e qualifica a perícia profunda, se necessária.

Essas alternativas “valem” juridicamente?
O que sustenta a prova é o procedimento: integridade (hash), preservação de originais, metadados, relatório e cadeia de custódia alinhado a ABNT NBR ISO/IEC 27037 e RFC 3227.

HashSign é só um conjunto de prints?
Não. É coleta guiada com metadados, hashes, originais preservados e relatório técnico em PDF/HTML, criada para órgãos públicos que trabalham com provas digitais, escritórios de advocacia, departamentos jurídicos/compliance/investigações corporativas/auditoria interna e também pessoas comuns que precisam produzir provas com segurança técnica.


Solução em extração de evidências digitais de aparelhos celulares com validade técnica e jurídica.

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